Gestão dos recursos financeiros internacionais do estado: da banca central aos fundos soberanos

Colección Relatos
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Un libro de Luzolo de Carvalho

… A acumulação maciça e abrupta de divisas, com a qual alguns países se depararam a meados do século passado, levaram-nos a criar outro tipo de veículo para a gestão mais adequada do exces­so de reservas internacionais. Surgem assim os fundos soberanos, cuja missão é gerir, ao lado do banco central, os recursos financei­ros internacionais não necessários à condução das políticas mo­netárias e cambiais e ao suprimento das necessidades financeiras de curto prazo do estado. Embora não representem uma maioria, são vários os estados que adoptaram esse modelo dual de gestão dos seus recursos financeiros internacionais.

Este trabalho pretende descrever, de um modo geral, como é que os recursos financeiros internacionais do estado são geridos, as­sim como as várias implicações dessa gestão, tanto pela banca central como pelos fundos soberanos.

Biografía:

Luzolo de Carvalho, CFA, é fiscalista e analista financeiro. Após ter trabalhado para o escritório de advogados Herbert Smith, em Paris, como Jurista, e para a consultora KPMG, em Luanda, como responsável do Departamento Jurídico-Fiscal, ingressou na Cabinda Gulf Oil Company (Chevron-Angola) na qual foi supervisor nas áreas de fiscalidade e contabilidade e, em sua representação, membro do conselho fiscal do Novo Banco.
Luzolo também foi director de risco da RECREDIT, é actualmente Secretário Executivo do Conselho Nacional de Estabilidade Financeira (CNEF), membro da comissão Directiva do Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) e membro da Comissão de Monitorização do Saneamento e Restruturação do Banco de Poupança e Crédito (BPC).
Autor de vários artigos técnicos e obras sobre o sector financeiro, é também licenciado em direito e titular da certificação Chartered Financial Analyst (CFA).



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